
Rega eficiente na fruticultura do Oeste: o caso da Granfer
A Granfer, com sede em Óbidos, reúne produtores que somam cerca de 700 hectares de fruta, sobretudo para exportação. Humberto Marques, diretor-geral, fala da relação com a Magos e de uma obra em Salir do Porto feita em tempo recorde.
Na fruticultura, uma rega eficiente é essencial para garantir a qualidade dos frutos, a estabilidade da produção e o uso responsável da água. A Granfer, com sede em Óbidos e pomares de norte a sul de Portugal, trabalha com a Magos há muitos anos. Humberto Marques, diretor-geral, conta como é essa relação.
700 hectares de fruta, sobretudo para exportação
A Granfer reúne um conjunto de empresas associadas: umas produzem fruta de caroço (ameixa, pêssego, nectarina, paraguaio), outras estão mais ligadas à chamada fruta de inverno, com diversas variedades de pera e de maçã. "No âmbito da produção, o conjunto dos associados perfaz uma área de cerca de 700 hectares entre fruta de caroço e fruta de inverno", explica Humberto Marques. "Na esmagadora maioria, aquilo que produzimos é para exportação, e no caso particular do abacate é praticamente 100% para o mercado de exportação."
Uma obra em tempo recorde
Em Salir do Porto, num campo de batata-doce, a Magos forneceu os materiais e a instalação ficou a cargo de um instalador. "Havia o receio, por parte da Magos e também por nós, porque foi feito em tempo recorde. Precisávamos de fazer a instalação também nesse tempo recorde e, de facto, correu muitíssimo bem, porque o fornecimento foi feito de forma parcelar, mas a tempo de o instalador executar a obra", conta Humberto Marques.
O sistema instalado
O projeto inclui: • fita de rega gota a gota nas linhas de cultura; • secundárias em manga; • condutas principais em PVC; • uma central com filtragem automática (filtros Azud Helix) e fertirrega por bomba injetora; • comando por um programador Agrónic 4500, da Progrès.
Uma relação de muitos anos
"A nossa relação com a Magos é uma relação já com muitos anos, precisamente pela capacidade que a Magos tem de se adaptar a obras de maior e de menor complexidade, e também pelo corpo técnico que tem, que responde em tempo e em soluções", diz Humberto Marques. "Estamos satisfeitos com o posicionamento da Magos, com a sua visão e com a sua capacidade na resolução de problemas pós-instalação. Até hoje, nada a apontar."


